Monitores; o barato pode sair caro

Monitores; o barato pode sair caro.

Monitor Eizo CG-211  |  foto da tela: ©2209 Clicio Barroso Monitor Eizo CG-211 | foto da tela: ©2209 Clicio Barroso

É uma história que todos conhecemos; algum dispositivo eletrônico para de funcionar e a assistência técnica se recusa a atender sem um monte de burocracias, demora absurda, trabalho parado, irritação, prejuízo.
Não importa se “tem nota”, se “tem garantia”, se a garantia “é estendida”, o costumeiro é dor de cabeça e perda de tempo.
Mas… Não foi o que aconteceu comigo.
Tenho três monitores Eizo da linha CG (gráficos, específicos para fotografia e vídeo), que são considerados o que há de melhor em termos de tecnologia de displays. Dois deles estão em Recife, no Atelier de Impressão (ADI), um business de fine arts do qual sou um dos sócios. Pois bem, um deles parou de responder aos comando de brilho/contraste do menu; depois de muitas tentativas do pessoal do ADI, a solução foi abrir um chamado de assistência técnica para que a Eizo resolvesse o problema.
E aí, a surpresa!
Não houve abertura de chamado; não houve consultas à assistência técnica, não houve nenhum tipo de demora ou desculpa; ao ligar para o representante da marca no Brasil, a resposta foi imediata:
– “Não se preocupe, o monitor vai ser trocado imediatamente; onde entrego?”
Relutante, passei meu endereço. No dia seguinte o Sr. Paulo veio pessoalmente entregar um novo monitor, lacrado, na caixa.
Preocupado, avisei que o dispositivo que seria trocado não estava comigo, e novamente me surpreendi com a resposta:
– “Não há problema, me mande o outro monitor quando for possível.”
Pois bem, na semana seguinte fui para Recife levando o novo CG 211. Antes de abrir a caixa porém, testamos novamente o monitor que “apresentava defeito”, que para alívio de todos funcionou perfeitamente depois de um procedimento padrão nesses casos; era apenas uma questão de resetar o software interno, que havia sido erroneamente alterado por um espectrofotômetro mal comportado. Nem precisei ligar o monitor novo, que voltou para a Eizo na mesma caixa original, sem prejuízo para ninguém.
Uma história que, diferente do que estamos acostumados, teve um triplo final feliz, pois minha confiança na marca foi confirmada, os três monitores estão em perfeito funcionamento, e a Eizo não precisou fazer a troca.
Fico pensando nas telefônicas, nos computadores, nos celulares… Que maravilha se todas as companhias fossem tão profissionais quanto esta e entendessem o valor do cliente satisfeto, do marketing positivo e do boca a boca da web.
Fica aqui a minha recomendação, e aqueles que dizem que um Eizo “custa caro”, eu só posso responder:
Ser tratado decentemente não tem preço!
PS – Um Eizo realmente é menos caro do que as pessoas pensam. Não custa consultar o Sr. Paulo Castanho e perguntar pelas facilidades que ele pode oferecer

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