5 – Entendendo os histogramas

 

Entendendo os histogramas

Um histograma pode conter mais informações do que parece. É basicamente uma representação gráfica da distribuição da luz na imagem, e atualmente é o melhor amigo do fotógrafo digital, mas geralmente são ignorados por fotógrafos amadores.

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A maioria das câmeras digitais  podem gerar instantaneamente um histograma, ajudando muito fotógrafos a fazerem os ajustes necessários e garantirem uma exposição ieal.

Distribuição de tons

Tipicamente, o sensor de uma câmera digital é feito para ver uma escala de 256 tons. O zero representa preto puro, 255 é o branco puro, e entre estes valores temos diversas tonalidades de cinza. O tamanho do gráfico indica o número de pixels que possuem determinado tom.

Temos a mesma foto tirada com duas exposições diferentes. Na primeira, usou-se 1/2000s, e na segunda, 1/200s. O primeiro histograma possui um grande tamanho na área escura, mostrando que a imagem está subexposta, enquanto o segundo possui um grande tamanho na área clara, mostrando que a imagem está superexposta, e em ambos os casos há uma grande perda de detalhes.

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Existem algumas exceções nas quais não podemos nos orientar pelos histogramas, como em fotos de pôr-do-sol por exemplo, que tipicamente possuem muitas regiões escuras.

O display LCD de sua câmera não será capaz de revelar todas as informações sobre a sua foto, e o histograma servirá como um ótimo complemento! Como pudemos ver, este simples gráfico foi capaz de indicar informações muito importantes, e pode ser muito útil para um fotógrafo que saiba analisá-lo.

3 – Composição – dicas e recomendações

 

Composição – dicas e recomendações

 

Com o uso de um bom equipamento, é possível obter imagens nítidas, e com uma boa exposição. Mas poucas destas fotos, tecnicamente aceitáveis, satisfazem as exigências de criatividade de alguém que leva a fotografia a sério. A beleza de uma fotografia pode depender de quem a vê, mas a maioria das pessoas concorda com certos pontos, como a má estética que o predomínio de um espaço vazio ou um fundo confuso pode causar. A composição é essencial para fotos bem feita, e pode ser entendida como a combinação de linhas, formas, cores, luzes e demais elementos dos assuntos de formas agradáveis.

Então, siga essas dicas, e faça imagens mais agradáveis e bem compostas: 

A regra dos terços

A regra dos terços é a forma tradicional, sendo amplamente utilizada. O centro de uma imagem não é um ponto satisfatório de repouso para o olhar. O posicionamento do sujeito no centro da cena provoca imagens estáticas e podem deixar partes da fotografia vazias. 

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Então, seguida a regra dos terços antes de tirar uma foto, divida mentalmente (ou usando o recurso disponível em algumas câmeras) a área a ser fotografada em três terços verticais e horizontais, formando linhas semelhantes a um jogo-da-velha. Os pontos de interseção entre as linhas são os pontos imagechaves, e por isso devem ser utilizados para situar os seus principais elementos. Essa técnica é muito simples, e funciona muito bem para a maioria das fotografias, e assim a distribuição dos elementos se dará de forma regular e equilibrada.

Em fotos de paisagens, utilize as linhas para delimitar os limites entre o céu e a terra/água. Você pode usar o plano principal ocupando dois terços da imagem, como demonstrado a seguir. Nesta foto, a linha baixa do horizonte deixa um amplo espaço para o céu e as nuvens, desviando grande parte da atenção para esta área.

Para se criar sensação de movimento em certas situações, você deve sempre considerar a direção do movimento dos assuntos e deixar espaços à frente deles nos quais “possam se movimentar”.

 

 

 

 

 

A leitura de uma imagem

imageNa cultura acidental, somos acostumados a ler e escrever da esquerda pra direita. Desta forma, temos a tendência de ler uma imagem no sendo horizontal, da esquerda para a direita, e este fato pode ser levado em conta na hora em que estamos compondo uma foto.

Neste exemplo, a rosa foi posicionada no canto inferior direito do enquadramento. No momento em que alguém for observá-la, o olhar irá passear por toda a imagem, começando no lado esquerdo e terminando no lado direito, exatamente onde está colocado o assunto principal.

 

 

 

 

 

 

 

 

A perspectivaimage

A perspectiva é um importante procedimento para se criar sensação de tridimensionalidade fotográfica. Mediante perspectiva linear, pode-se conduzir o interesse até o elemento principal guiando a atenção do observador. Para tal, devemos considerar os seguintes tipos de linhas:

– As diagonais, que criam sensação de movimento e podem ser usadas como linhas de condução, criando direcionamento na foto;

– As curvas, que conferem beleza, graça e elegância, contribuindo ao movimento e à composição. As curvas em S são outra forma de composição harmônica, onde a vista segue suavemente até atingir um foco principal, que devemos nos assegurar que exista.

– As linhas horizontais e verticais, por sua vez,  são estáticas. As horizontais e costumam expressar paz, tranquilidade e harmonia, e as verticais limitam a profundidade e atuam como barreiras entre a fotografia e a vista.

Sempre que fotografamos com linhas que convergem a um único ponto, surge uma noção de tridimensionalidade e profundidade na imagem.

 

 

Tonalidade e focalização

imageUtilizando a profundidade de campo, podemos dar mais ênfase a determinado objeto. Tal recurso é obtido variando-se a abertura do diafragma de sua lente. Pode-se também utilizar grandes contrastes entre o fundo e o assunto com o uso de tonalidades claras e escuras, reforçando ainda mais a atenção dada a ele.

2 – Como escolher sua câmera fotográfica

 

Como escolher sua câmera fotográfica

 

Como já vimos anteriormente os tipos de câmeras, agora temos que saber escolher a câmera. Escolher uma câmera, principalmente para quem está entrando no mundo fotografia e procura por seu primeiro equipamento, não é uma tarefa fácil. Para quem quer fazer a escolha certa, tal decisão exige um bom tempo dedicado a comparações, pesquisas e observação de comentários dados por usuários dos mais diversos modelos de câmeras disponíveis no mercado.

Erroneamente, milhares de pessoas usam como referência a quantidade de megapixels que o equipamento possui para determinar sua qualidade.

O mito dos megapixels

Quanto mais megapixels uma câmera tiver, melhor será, certo? … Errado! Isto é um mito, no qual a maioria dos consumidores acredita devido ao marketing criado pelo mercado.

Vamos começar falando o que é exatamente um pixel. Um pixel é um ponto de cor, a menor unidade de uma imagem. Se você deseja ver um pixel, simplesmente dê zoom em uma foto usando um programa de edição ou visualização, e você verá inúmeros quadrados, que são os pixels.

O mito dos megapixels foi iniciado pelos fabricantes de câmeras fotográficas, que passaram a usarimage estes números para enganar o consumidor e fazê-lo pensar que isto tem algo a ver com a qualidade. Aproveitando o fato de que um pequeno aumento de resolução linear resulta em um aumento enorme de resolução total em megapixels, os fabricantes lançam sempre novos modelos com mais e mais megapixels, se gabando com o quanto um modelo é melhor que o anterior mesmo com melhorias insignificantes. Este é um artifício usado pelos vendedores e fabricantes, fazendo-o sentir como se sua câmera atual já esteja ultrapassada e precise ser trocada.                                                                                     Imagem do sensor

Na realidade, em câmeras  compactas há uma grande limitação quanto à incidência de luz nas lentes devido ao tamanho reduzido das mesmas. E como os sensores das câmeras são produzidos em dimensões físicas padronizadas, ao aumentar-se o número de pixels dentro de uma área constante, cada pixel capta menos luz e gera mais ruído na imagem… Ou seja, uma câmera com menos megapixels pode ser capaz de gerar imagens com mais qualidade do que uma com mais megapixels!

Então, não julgue ou compare a qualidade de uma câmera com outra apenas olhando suas resoluções. Isto é apenas uma unidade de medida, e que interfere em grandes ampliações e no tamanho da impressão… fique atento, e na hora de escolher qual câmera comprar considere outros fatores, como os recursos que ela possui (zoom, armazenamento, bateria, filme e som, LCD, ergonomia, etc.) para que possa atender melhor às suas necessidades.

A escolha da câmera ideal vai depender de diversos fatores. Então, siga estas dicas que podem te ajudar a tomar a melhor decisão.

Cálculo de pixels

Expresso em megapixels, este cálculo é simplesmente a multiplicação do número de pixels na horizontal pelo número de pixels na vertical de uma imagem, ou seja, exatamente como o cálculo de uma área. Uma foto de 3456 X 2304, por exemplo, dando um resultado de 7.962.624 na multiplicação, simplificadamente, 8MP.

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Como este cálculo é semelhante ao cálculo de área de quadrados, para o dobro de megapixels (comparando-se 4MP e 8MP, por exemplo) temos um aumento de apenas 40% na largura e no comprimento. Pode parecer estranho, mas para comprar uma câmera capaz de gerar imagens com o dobro de tamanho que a sua atual, você precisaria encontrar uma com o quádruplo de megapixels. Por exemplo, as câmeras de 3MP têm 2048 pixels no comprimento, enquanto as de 12MP têm 4000 pixels, aproximadamente. Note que uma câmera de 12MP tem o dobro de resolução que uma de 3MP.

Nesta imagem, é possível comparar diferentes resoluções.

Tabela para máquinas fotográficas digitais

Quantidade de megapixels Tamanho típico da imagem Número real de pixels Em centímetros com 300 dpi
1 1.280 x 960 1.228.800 10,9 x 8,2
2 1.600 x 1.200 1.920.000 13,6 x 10,2
3 2.048 x 1.536 3.145.728 17,4 x 13,1
4 2.272 x 1.704 3.871.488 19,3 x 14,5
5 2.560 x 1.920 4.915.200 21,7 x 16,3
6 3.072 x 2.048 6.291.456 26,1 x 17,4
8 3.264 x 2.448 7.990.272 27,7 x 20,8
10.2 3.872 x 2.592 10.036.224 32,8 x 22
12.8 4.368 x 2.912 12.719.616 37 x 24,7
21 5.616 x 3.744 21.026.304 47,6 x 31,7

DPI – Pontos por polegada (ppp), em inglês dots per inch (dpi), é uma medida de densidade relacionada à composição de imagens, que expressa o número de pontos individuais que existem em uma polegada linear na imagem.

Qual o seu objetivo com a máquina?

Se você deseja usar sua câmera somente para fotografar viagens, festas de família ou outros casos em que você não precisa do controle manual e deseja apenas apontar e disparar procure por um equipamento mais simples, como as ultracompactas e compactas.

Já se você for um amante da fotografia ou está começando a aprender, e busca ter o controle total sobre o resultado final da imagem procure por câmera como câmera intermediária, as Bridge, ou mais avançadas, como as DSLR, que possibilitam a troca das lentes.

Depois da escolha outro passo importante e fundamental é ler o manual e entender todas as funções, e assim aproveitando o máximo dos recursos oferecidos pela câmera.

Qualquer dúvida é só postar!!!

Abraços

1 – Os principais tipos de câmeras fotográficas

Os principais tipos de câmeras fotográficas

Hoje, com o avanço da tecnologia existe no mercado uma infinidade de modelos de câmeras, deste a mais simples até a mais cheia de funções e recursos e os com preços também são variados. Este grande número de opções é muito bom para os consumidores, mas isto causa muitas dúvidas para o fotógrafo iniciante e também para a pessoa que esta prestes a comprar uma câmera nova.                                                                              

Conheça a seguir os principais tipos de câmeras fotográficas, das mais básicas e baratas às mais profissionais e caras:

Celularimage

Atualmente não podemos de deixar de falar dos famosos acessórios que se tornaram os celulares, os mais antigos tinham as suas câmeras com resolução VGA, possuía uma tecnologia simples usada em webcams e com baixa resolução. Hoje podemos adquirir celulares com câmeras com uma tecnologia bem próxima à das câmeras ultracompactas. A geração atual, por exemplo, já possui modelos de mais de 05 megapixels.

 

 

Apple I phone

Câmeras ultracompactas

As câmeras ultracompactcanon-powershot-sd950-is_722618as vão bolso, pois são superfinas. Devido à forte miniaturização, é um tipo de câmera bem mais caro que as compactas normais. Tem zoom de 3x e varia de 08 a  12 megapixels. Nestes modelos encontram-se recursos automáticos, onde a câmera faz tudo é só ligar e clicar, e também traz alguns recursos que podem ser controlados, tais como: ISO, Zoom, Flash, número de disparos, macro, temporizador este são os mais comuns.

As digitais ultracompactas, na maioria usam baterias de íon de lítio. Elas são mais leves, têm maior capacidade de armazenamento e não sofrem efeito memória, ou seja, dispensam o uso até o fim para serem recarregadas.

 

Canon PowerShot SD950

 

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Uma desvantagem dessas baterias é que, se elas acabam no meio de uma viagem e não há tempo ou local adequado para recarregá-las, não se pode ir ao armazém mais próximo e comprar pilhas descartáveis.   

 

   

                                                                       Sony Cyber-shot DSC-T300

Outro ponto negativo é a reposição: quando ficam fracas, sai caro comprar uma nova bateria de íon de lítio.

Aqui vai uma dica, em relação a baterias, que tem uma, tem nenhuma, quem tem duas, tem uma.

Alguns modelos: Sony Cyber-Shot DSC-T300, Canon PowerShot SD950, Casio Exilim EX-S10, Pentax Optio S12 e Nikon Coolpix S700, Panasonic DMC-ZS5.

Câmeras compactas

Atualmente, são as mais comuns no mercado e as mais vimageendidas nas lojas, por representarem a melhor relação custo/benefício. Sendo muito simples de usar e não tendo controles manuais (como as ultracompactas), são as preferidas dos fotógrafos iniciantes e amadores, que desejam apenas apontar e disparar (point-and-shoot). O zoom varia de 3X a 5X, e têm até 5 a 15 megapixels.

 

 

Canon PowerShot A550

Alguns modelos: Kodak Easyshare Z950, Fujifilm Finepix F200EXR, Câmera Lumix LX3, Sony Cyber-shot DSC-WX1.

Compactas: Pontos positivos

Tamanho e peso – Ser capaz de levar uma câmera no bolso é uma característica muito boa! Com modelos cada vez mais finos e pequenos, isso é ótimo para diversas situações.

Preço – Em termos gerais, as compactas são as câmeras mais baratas. Claro, você pode obter tops de linha por um preço tão alto quanto de uma DSLR, mas a maioria está numa faixa de preço muito mais acessível.

Compactas: Pontos negativos

Qualidade de imagem – As compactas têm sensores de imagem pequenos, o que significa que a qualidade do que produzem é geralmente mais baixa. Isso está mudando lentamente em alguns pontos, mas em comparação com as DSLR, elas ainda têm um longo caminho a percorrer. Entretanto, vale a pena dizer que se você não deseja fazer grandes ampliações importantes ou aplicações profissionais, a qualidade de imagem das compactas pode ser o suficiente.

Velocidade – As compactas sempre foram conhecidas pela sua lentidão, especialmente seu atraso do obturador (o tempo entre pressionar o botão e o momento em que a foto é tirada) e sua focalização. Isto também está mudando com seu avanço, mas ainda não há aquela rapidez de uma DSLR.

Controles manuais limitados – A maioria dos modelos somente opera de forma totalmente automática, enquanto alguns trazem a possibilidade de se controlar alguns fatores, como tempo de exposição ou abertura do diafragma. Mas estes ajustes são muito limitados.

Câmeras intermediárias – Bridge (ponte)image

Também chamada de super zoom, são câmeras de transição, que fazem a ponte (bridge) entre as amadoras e as profissionais. As câmeras intermediárias representam uma transição entre as compactas e as DSLR. Elas não permitem a troca de lentes, mas normalmente sua lente fixa dispõe de um zoom incrível, com modelos de até 36X, sendo muito versáteis!

 

 

 

Nikon P90

Geralmente oferecem controles manuais completos, similares às DSLR, exceto um range menor de sensibilidade ISO devido ao menor tamanho de seu sensor de imagem. Em tamaimagenho e peso, são comparáveis às menores DSLR.

 

 

 

Se você é um entusiasta e procura uma boa câmera que te permita ter controle manual sobre as fotos, mas não deseja gastar dinheiro mais futuramente na compra de lentes e outros acessórios, esta pode ser uma ótima opção.

Um modelo bastante conhecido é a Nikon P100. Com recursos bacanas, e com um super-zoom de 26X.

Canon G9

Outros modelos populares são a Nikon Coolpix P500, Sony Cybershot H50, a Sony DSC-HX1, Fufifilm Hs10, Fujifilm S200, entre diversos outros, incluindo da Kodak e Olimpus.

Intermediárias: Pontos positivos

Controles manuais – Alguns modelos oferecem controle manual, com isso você tem poder sobre o resultado final da foto.image

Qualidade de imagem – Com sensor maior que as da compacta e menor que a DSLR.

Adaptabilidade – Alguns modelos têm a capacidade de troca de lentes. Adicione a isto um grande leque de outros acessórios flashes, filtros, etc.Visor – você pode optar pela utilização do visor ou do LCD.

Intermediárias: Pontos negativos

Preço – Mais caras que as compactas, e bem próximos dos modelos de entrada (como Canon T2i, Nikon D5000), que são as mais baratas.

Tamanho e peso – Por terem tamanhos maiores também se tornam mais pesadas e carregá-las por muito tempo incomodar, principalmente para quem anda com outras lentes na mochila.

DSLR ou refleximage

DSLR significa, em inglês: Digital Single Lens Reflex Câmeras utilizadas por profissionais e por amadores mais avançados. Nestes modelos, a imagem vista no visor óptico é vinda da lente e refletida internamente por um sistema de espelhos (ao contrário das compactas, que utilizam um visor com imagem separada da lente). A DSLR se caracteriza, também, pelas lentes removíveis e intercambiáveis.

 

 

Canon EOS-1D Mark III

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O visual das DSLR é inconfundível, pois quase todas têm uma “corcova” no meio do corpo. Cada uma das principais marcas de câmeras oferece DSLRs e uma linha de objetivas que só encaixam em suas próprias câmeras, sendo incompatíveis com as da concorrência. Assim, escolher uma marca de SLR implica na escolha de uma gama fechada de objetivas. As câmeras SLR possibilitam a troca das lentes, atendendo às exigências do fotógrafo em diversas situações diferentes.

 

 

Nikon D700

 

Aqui tem uma referência a câmera de entrada, avançadas ou semiprofissionais e profissionais, o que é muito relativo à utilização da câmera, considera as de entrada tem aproximadamente 10 megapixels, exemplos: a Canon EOS Rebel XTi e XSi, Sony Alpha 350, Nikon D40 e D60. E semiprofissionais ou avançadas exemplos: Canon EOS 40D, Olympus E-3, Pentax K20D e Nikon D300 e Nikon D7000. Exemplos de SLRs profissionais: Nikon D3 e Canon EOS-1Ds Mark III.

DSLR: Pontos positivosd300

Qualidade de imagem – Devido às grandes dimensões dos sensores de imagem das DSLR, estas geram muito menos ruído nas fotos se comparadas às compactas. Assim, somos capazes de utilizar altos valores de ISO sem haver tanto comprometimento à qualidade final da foto, possibilitando também o uso de tempos de exposição menores.           

        

Nikon D300

Adaptabilidade – A capacidade de troca de lentes abre um mundo de possibilidades: dependendo do que estou fotografando, posso utilizar lentes que vão desde uma grande angular até uma tele de longo alcance. Adicione a isto um grande leque de outros acessórios (flashes, filtros, etc.) e você verá que uma DSLR pode ser adaptativa a diversas situações.

Velocidade – DSLR são máquinas muito rápidas quando se trata de assuntos como inicialização, foco, atraso do obturador, etc.

Controles manuais – Embora alguns modelos compactos também ofereçam algum tipo de controle manual, as DSLR lhe dão o total controle sobre o resultado final da foto.

Mantém seu valor – As DSLR mantém seu valor no mercado por muito mais tempo, pois não são atualizadas tão frequentemente quanto às compactas (que às vezes podem ser atualizadas duas vezes por ano). Além disso, as lentes que você comprar para câmera atual serão compatíveis com outros modelos, caso você faça um upgrade futuramente (desde que sejam da mesma marca). Ou seja, seu investimento em lentes não é um desperdício ao longo dos anos.

DSLR: Pontos negativos

Preço – Geralmente são muito mais caras que as compactas, até mesmo os modelos de entrada (como Canon T2i, Nikon D5000), que são as mais baratas.

Tamanho e peso – Por terem tamanhos maiores, chamam muita atenção das pessoas em volta. Por este motivo, pode ser mais vantajoso utilizar uma compacta em determinadas situações. Além disto, por serem mais pesadas, carregá-las por muito tempo incomodar, principalmente para quem anda com outras lentes na mochila.

Complexibilidade – Como são projetadas para o uso manual, isto significa que você deve saber como usar as ferramentas que lhe oferecem. À primeira vista, para quem nunca teve contato com este tipo de câmera, tirar uma simples foto pode parecer uma tarefa impossível. Mas com a prática e o aprendizado, este fator deixa de ser um ponto negativo.

Neste tópico já deu para ter uma idéia básica das diferenças das câmeras.

Qualquer dúvida é só postar!!!

Abraços